Diga adeus às páginas e mais páginas dos guias de ruas. No que depender da tecnologia, esses inseparáveis companheiros do motoristas das grandes cidades estão com os dias contados.... É claro que nem tudo é assim, tão imediato. Os sucessores dos nossos guias já estão nas ruas sob a forma de pequenos aparelhos retangulares. São os guias digitais, baseados no sistema GPS (Global Positioning System). Quem vive numa cidade grande sabe a dificuldade de encontrar os destinos no meio de uma malha viária gigantesca. Quem vive numa cidade pequena sente ainda mais essa dificuldade quando tem que enfrentar o labirinto de ruas e avenidas das metrópoles. Porém, esses aparelhos, que buscam suas informações numa constelação de satélites que orbita o planeta, ainda têm alguns desafios a vencer para se transformar num produto indispensável em todos os carros. A principal deficiência, aliás, talvez nem seja dos aparelhos e sim do regime de eterna mudança das nossas cidades: ruas mudam de nome, mudam de mão, avenidas surgem e desaparecem e os mapas não são atualizados na mesma velocidade.
Feitas essa ressalva, ainda assim, os aparelhos GPS já são uma alternativa mais atraente que os tradicionais guias e, sem dúvida, muito melhores que a tática de abordar um taxista ou parar num posto de gasolina para pedir informações para o frentista. Afinal, basta indicar a rua de destino ao aparelho e, em poucos segundos, a rota é calculada.
Existem diversas marcas à venda no Brasil, todas na faixa de R$ 1,8 mil – cada uma com suas particularidades. O Olhar Digital convidou diversos fabricantes do mercado para fazer um teste prático e analisar não só a funcionalidade dos aparelhos como traçadores de rotas, mas também conferir outros recursos que podem ser úteis.
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